EDUCAÇÃO

Buscando uma melhoria na qualidade do ensino e redução do analfabetismo, vários programas são desenvolvidos no município, dentre os quais: Programa de Formação de Professores, de Educação Continuada para Jovens e Adultos, Alfabetização de Alunos de Primeira a Quarta Série do Ensino Fundamental e Capacitação em Rede.

Escolas

As escolas registradas no município no ano de 2003 eram:

Estaduais

• Professor Carlos José Dias da Silva – sede do município
• São Francisco de Assis – sede do município

Municipais

• Escola João Francisco de Melo – sede do município
• Escola Espírito Santo – sede do município
• Escola GISA – sede do município
• Escola Alice Belo – Engenho Queimadas
• Escola Ruy de Ayres Belo – sede do município
• Escola Professora Tereza Cristina Melo dos Reis – sede do município
• Escola Lívio Tenório – Engenho Tentugal
• Escola Várzea do Una – distrito de Várzea do Una
• Escola Abreu do Una – distrito de Abreu do Una
• Escola Othon Bezerra de Melo – Engenho Manguinhos
• Escola Roberto Bezerra de Melo Júnior – Engenho Serra D´água do Tanque
• Escola Nossa Senhora do Rosário – Engenho Araçu
• Escola Virgínia Maria Gomes Albuquerque – Engenho Campinas
• Escola Amara Miranda de Melo – Engenho Buenos Aires
• Escola Lenilda Conceição da Cruz – Engenho Pau Amarelo

Particulares

• Educandário Amaro Amorim de Lima – sede do município
• Centro Educacional Santa Cecília – sede do município
• Colégio Antônio Bernardino de Carvalho Sobrinho – sede do município
• Colégio Joaquim Santiago Ramos – sede do município
• Escola Bíblica Cristã – sede do município
• Educandário Rafaela Letícia – sede do município
• Educandário Luciano Herculano da Silva – sede do município
• Escola Príncipe da Paz – sede do município ( desativada em 2004 )

Secretárias de Educação

Lamentavelmente não foi possível identificar os nomes de todas as secretárias de educação do município, mas registros indicam que desempenharam esta função: Eliete Maria da Silva, Auria de Barros e Silva Lima, Valéria Cardoso Telles de Carvalho, Moldávia de Aguiar Cavalcanti, Edileuza Maria Maciel dos Santos, Márcia Rejane Gomes da Silva, Juliete do Carmo Carvalho, Deolinda Maria da Silva, Cleide Maria Chagas de Carvalho e Kátia Maria Prysthon de Andrade.

Censo Escolar

O Censo Escolar de 2003, tendo como fonte o Ministério de Educação e Cultura, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e a Diretoria de Estatísticas da Educação Básica, relaciona os alunos matriculados nas escolas estaduais, municipais e particulares localizadas no município de São José da Coroa Grande.

Resumo

 

Creche

Pré-escola

Alfabetização

Ensino Fundamental

Ensino Médio

Especial

Jovens e Adultos

Estadual

0

0

0

650

650

27

195

Municipal

0

207

349

2588

0

10

676

Privada

31

191

86

529

19

0

0

Total

31

398

435

3767

669

37

871

Escola Estadual

Escola

Creche

Pré-escola

Alfabetização

Ensino Fundamental

Ensino Médio

Especial

Jovens e Adultos

Carlos José Dias da Silva

31

0

0

446

610

15

33

São Francisco de Assis

0

0

0

204

40

12

162

Escola Municipal

Escola

Creche

Pré-escola

Alfabetização

Ensino Fundamental

Ensino Médio

Especial

Jovens e Adultos

João Francisco de Melo

0

0

0

680

0

0

349

Ruy de Aires Belo

0

27

55

79

0

0

0

Othon Bezerra de Melo

0

6

7

19

0

0

0

Roberto Bezerra de Melo Júnior

0

0

13

57

0

0

0

Abreu do Una

0

19

17

216

0

0

46

Virgínia Albuquerque

0

0

0

82

0

0

69

Lívio Tenório

0

20

17

188

0

0

94

Espírito Santo

0

66

60

247

0

0

0

Gisa

0

0

36

173

10

0

45

Nossa Senhora do Rosário

0

0

13

46

0

0

0

Várzea do Una

0

33

39

407

0

10

24

Amara Miranda Melo

0

 

6

42

0

0

0

Alice Belo

0

3

5

18

0

0

0

Lenilda Conceição da Cruz

0

 

32

117

0

0

0

Tereza Cristina Melo dos Reis

0

33

49

217

0

0

49

 Escola Particular

Escola

Creche

Pré-escola

Alfabetização

Ensino Fundamental

Ensino Médio

Especial

Jovens e Adultos

Antônio B. de Carvalho Sobrinho

0

22

9

109

19

0

0

Amaro Amorim de Lima

6

15

5

59

0

0

0

Bíblica Cristã

13

23

19

188

0

0

0

Rafaela Letícia

0

16

6

9

0

0

0

Santa Cecília

0

49

17

88

0

0

0

Luciano Herculano da Silva

3

16

9

28

0

0

0

Joaquim Santiago Ramos

9

31

14

28

0

0

0

Príncipe da Paz ( * )

0

19

7

20

0

0

0

(*) Desativada em fins de 2003

Informações sobre Escolas

Contemplamos um resumo da história das escolas de São José da Coroa Grande, sendo as informações fornecidas pelos respectivos responsáveis, ressaltando-se que boa parte delas, principalmente as de maior porte, possuem bandas marciais, que se apresentam em eventos cívicos, festividades e concursos.

Educandário Amaro Amorim de Lima

Fundado em 18 de abril de 1994, contemplando turmas de maternal, jardim e alfabetização, teve o nome em homenagem ao ex-vereador e genitor da fundadora.
Em 1995 passou a funcionar da 1a a 4a séries do ensino fundamental e em 1997 inaugurou prédio próprio, na rua Valdeci Rodrigues de Brito, com seis salas de aula, área de lazer e esportes de demais instalações regulares.

Educandário Luciano Herculano da Silva

Localizado na rua Lídio Florentino, foi fundado em 02 de fevereiro de 1998 com duas turmas de jardim, tendo o nome em homenagem a um membro da família falecido ainda jovem.
Tem como diretora Maria José dos Santos e como filosofia de educação a formação de cidadãos críticos, responsáveis e capazes de democratizar os saberes para um país melhor.

Educandário Rafaela Letícia

Localizado na Rua Lídio Florentino, foi fundado em 5 de março de 1997, com o nome de Escolinha Turma da Mônica, tendo como lema a formação de cidadãos para uma vida em sociedade.

Escola Abreu do Una

A escola, que foi inaugurada no dia 06 de agosto de 1953, contava em 2003 com 4 salas de aula e 26 funcionários atendendo o ensino infantil e fundamental.
Tem como compromisso a inclusão social e o exercício da cidadania dos educadores e alunos, direcionados para uma reconstrução da sociedade, tendo como valores básicos solidariedade, justiça, diálogo e respeito, respaldados no cotidiano, na pesquisa e na inovação. Uma das práticas de ensino é o desenvolvimento de textos aplicando conhecimentos da história e cultura locais, conforme relato do seu diretor.
Foram professores responsáveis Iraci Cavalcanti, Josefa Lindolfo, Sueli Arruda e Matilde Sales. Atuaram como diretores Tereza Arruda e Marco Aurélio Silva.

Escola Alice Belo

Localizada no Engenho Queimadas, foi fundada em 1997, tendo como professora Juliete Carvalho. Atende também alunos do Engenho Brejão. Dentre as professoras que por lá passaram é lembrada Eneilza Mendonça.

Escola Amara Miranda de Melo

Localizada no Engenho Buenos Aires e fundada por volta de 1985, também atende alunos do Engenho Boa Vista.
Pertencia à Usina Central Barreiros, com o nome de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, tendo como professora dona Amara que se deslocava até a escola à cavalo. Depois de municipalizada, lá ensinaram professores como Maria José do Nascimento e Eliseu Antônio.

Escola Bíblica Cristã

A escola foi fundada em janeiro de 1984, sendo uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela Associação de Pais e membros das Igrejas Reformadas do Canadá.
No início, a EBC era destinada à alfabetização e ensino até quarta série de membros e filhos de congregados, funcionando lado da Igreja Reformada, sendo depois transferida para o Loteamento Gameleira e abertas matrículas para demais pessoas da comunidade.
Em 2003 contava com 20 funcionários, oferecendo desde o maternal até o ensino fundamental completo. Trata-se de uma escola confessional, onde a educação é voltada para a valorização da vida feliz, centrada no Deus Criador.

Escola Carlos José Dias da Silva

Está localizada na rua Inaldo de Morais Acioli e foi fundada em 20 de março de 1965, com o ensino fundamental, tendo depois implantado da 5ª a 8ª séries, juntamente com o ensino infantil e de 1994 a 1999 formando turmas de magistério.
Em 2003 tinha como referência o ensino médio e turma especial, contando com 36 docentes, 1104 alunos, 12 salas de aula, quadra coberta, biblioteca, sala de vídeo e banda marcial com 34 componentes, sob a regência do maestro José Marcelo Santos da Silva. Em 2002 foi semifinalista do Prêmio Escrevendo o Futuro, realizado pela Fundação Itaú Social.
Virgínia Maria Gomes de Albuquerque foi a primeira diretora, função desempenhada em 2003 por Iraneide Marques.

Escola Espírito Santo

A escola foi fundada em 17 de fevereiro de 1993, estando ligada à Secretaria de Trabalho e Ação Social, pois tinha como objetivo atender crianças de ruas, sendo as aulas direcionadas a educação doméstica, civismo e cidadania, funcionando na sacristia da Igreja Espírito Santo, sendo responsável Cícera Cordeiro da Silva, passando depois o cargo para Ivanilda Nascimento, que ficou de 1994 a 1996.
Em 1997 e escola se mudou para a Rua Waldemar Acioli Belo, passando a ser diretora Jacicleide Vasconcelos, depois substituída por Severina Pereira. Em 1998 foi ampliada, considerando que eram turmas distribuídas na sede da escola e também na Igreja Reformada e Escola Carlos Dias. Em 1999 a escola e transferida para a Rua Júlio Belo, onde ficaria até o ano de 2000, assumindo a direção Valmira Raposo. Em 2001 mudou-se para a área do Clube Municipal, onde foram construídas novas instalações.

Escola Gisa

A escola foi inaugurada em 1993, com o objetivo de proporcionar ensino fundamental a crianças carentes, não tendo qualquer finalidade política ou lucrativa, estando situada na Rua Lídio Florentino, na cidade de São José da Coroa Grande.
As primeiras aulas tiveram inicio em 08 de fevereiro de 1995 com vinte alunos oriundos da favela denominada Área Verde, tendo como professora Célia Gomes. Depois vieram as diretoras Mônica e Josiane.
Em 2000 foi municipalizada, conforme convênio com a Prefeitura Municipal de São José da Coroa Grande, cabendo ainda ao fundador a expansão e manutenção das instalações, pagamento dos serviços de água e energia elétrica e participação em eventos.
Em 2003 contava com mais de 250 alunos matriculados em turmas de ensino fundamental, contemplando uma turma de crianças especiais e turmas de alfabetização de jovens e adultos.
Também em 2003 foram construídas mais uma sala de aula e novas instalações sanitárias, possibilitando o aumento da capacidade para 400 alunos, em três turnos.
A Escola Gisa é considerada madrinha do Museu do Una, tendo como filosofia de trabalho a preparação dos alunos para a contribuírem com o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Escola João Francisco de Melo

Sua história começa em 21 de outubro de 1968, com a fundação do Ginásio Municipal Ayres Bello, que utilizava o período noturno, enquanto que no período diurno as instalações eram disponibilizadas para as Escolas Agrupadas José Carlos Dias da Silva. Em 1982, com uma reestruturação passou a se chamar de Escola Municipal João Francisco de Melo.
Em 2003 contava com cerca de 60 funcionários e professores, 8 salas de aula, biblioteca, laboratório de informática, quadra e demais instalações de apoio, estrutura que lhe confere o título de maior escola municipal e possibilita sediar eventos pedagógicos.
Atuaram na direção da escola educadores como Severino Ramos, Ivonete Batista, Manoel Silva, Mariza Garcia, Margarida, Dilce, Lucimere, Manoel Silva, Fátima Rocha, Maria Lídia, Helena Almeida, Amarina Alves, Marcos Levino, Vera Lúcia Lima, Neli Oliveira, Deolinda Silva, Iza Krichina e Aldenir Gamenha.

Escola Lenilda Conceição da Cruz

Localizada no engenho Pau Amarelo e fundada por volta de 1985, pertencia anteriormente à Usina Central Barreiros, com o nome de Nossa Senhora da Conceição.
Atende alunos dos engenhos Pau Amarelo, Gindahy e também Bom Jardim, em Alagoas, tendo como projeto pedagógico a fixação do homem em seu habitat natural para produção da sua sustentabilidade.
Marcaram presença o corpo docente formado por Lenilda, Ozires, Maria José, Solange, Jader e a supervisora Zélia.

Escola Lívio Tenório

Localizada no Engenho Tentugal, a escola foi fundada na década de 1940 com o nome de Carlos de Brito ( Carlos de Brito era dono da Usina Central Barreiros antes do Grupo Othon ), quando era gerente de campo da Usina Centra Barreiros o Sr. Fernando. No início era apenas uma sala de aula e uma casa para funcionários.
Em 1966 passou a ter uma diretora, em 1970 a administração foi partilhada com a prefeitura municipal e em 1975 passou a ter turmas de 1ª a 4ª séries, tendo como diretor José Cavalcante de Melo, funcionário da Usina Central Barreiros. Em 1979 foi municipalizada, passando-se a chamar Escola de Tentugal, tendo como diretora Ivonete Batista de Oliveira; em 16 de abril de 1998, conforme portaria municipal nr.1866, passou a se chamar Lívio Tenório.
Em 2003 contava com quatro salas de aula, instalações sanitárias e um galpão para eventos; 316 alunos, 28 funcionários e professores.
Foram professoras Dulcinéia, Ivonete Raposo Leitão, Sílvia Raposo, e ex-alunas como Rosa Maria da Silva, Tânia Lins e Maria do Carmo Ribeiro.

Escola Nossa Senhora do Rosário

Localizada no Engenho Arassú, foi fundada em 1992, tendo como professora Dona Rosa. Outras professoras que também passaram foram Rosana, Maria José e Cícera.

Escola Othon Bezerra de Melo

Situada no Engenho Manguinhos, pertencia até 1991 à Usina Central Barreiros, quando foi municipalizada. Suas instalações contemplam duas salas de aulas, sanitário, cozinha e depósito.

Escola Roberto Bezerra de Melo Junior

Localizada no Engenho Serra d´Água e fundada em 1992, atende também alunos do Engenho Morim.

Escola Ruy de Ayres Belo

Localizada em prédio anexo da Colônia de Pescadores, atende alunos da sede do município.

Escola São Francisco de Assis

Patrocinada pelo governo estadual, a escola está situada no bairro Lívio Tenório, repartindo as instalações com a escola municipal Tereza Cristina.

Escola Tereza Cristina Melo dos Reis

Está situada no bairro Lívio Tenório, funcionando para atender a turmas de jovens e adultos.

Escola Várzea do Una

A escola foi inaugurada em 1949, quando era prefeito de Barreiros José Canuto Santiago Ramos. Até então os filhos de pescadores estudavam na casa das professoras Nailde Arruda de Santana e Carmelita Maria de Melo.
Contava com duas salas, sendo uma para aula e outra para a professora morar, sendo pertencente ao Estado de Pernambuco, tendo sido municipalizada quando da emancipação política do município, em 1962.
Em 1982 foi construída uma nova escola, na gestão do então prefeito Severino Ramos Alves, que recebeu o nome de Escola de Várzea do Una, tendo sido ampliada em 1983. A antiga escola foi abandonada e encontra-se em ruínas.
Foram professoras responsáveis Aurenice Nascimento Genilda Barros e Maria José. Atuaram como diretoras Adelmira Barros, Reginaldo Francisco, Manoel Lídio e Helena Silvânia.

Escola Virgínia Gomes de Albuquerque

Localizada no Engenho Campinas e fundada por volta de 1985, também atende alunos dos Engenhos Boca da Mata e Gindahy. Pertencia à Usina Central Barreiros, com o nome de Dona Maria de Brito, tendo como professora doma Josefa. Após a municipalização, passou a ter como professora Vastir Maria e também o professor Luciano, do PETI. Outras professoras: Josefa Santos e Marilúcia Maria.

Centro Educacional Santa Cecília

Localizado na Av. João Francisco de Melo, foi fundado em 03 de março de 1998, pelas professoras Kátia e Kelly Maria Lins de Almeida, tendo sua designação em homenagem à mártir e padroeira da música sagrada.

Colégio Antônio Bernardino de Carvalho Sobrinho

O colégio está localizado na Rua Antônio Waldemar Acioli Belo e foi fundado em 11 de fevereiro de 1985, com o nome de Balão Mágico, voltado para o ensino infantil, tendo o ensino médio sido implantado em 2000.
Em 2003 contava com 9 salas de aula, área de recreação, biblioteca, laboratório de informática, grupo de teatro e banda marcial.
Tem uma educação tradicional centrada na preparação do cidadão do amanhã e na construção do município e país.

Colégio Joaquim Santiago Ramos

Localizado no loteamento Ana Cristina, foi fundado em 14 de fevereiro de 2000, tem seu nome em homenagem ao avô da fundadora Maria Dulce Ramos da Silva. Suas instalações contemplam 5 salas de aula, secretaria, mini-quadra e área de lazer, onde a prática de esportes e eventos culturais são realizados.