CRONOLOGIA

Estão citados neste título fatos significativos que puderam ser resgatados em pesquisas, considerando os que estavam intrinsecamente ligados ao município de Barreiros até a emancipação política em 1962, observando também que até 1817 Alagoas pertencia à Pernambuco.
Os dados estatísticos foram obtidos principalmente em órgãos como o TRE, IBGE, FIAM e CONDEPE.

De 1500 a 1599
• Segundo registros de frei Venâncio Willeke, baseado em informações de frei Manoel da Ilha, em manuscrito “Divi Antonii Brasiliae Custodiae Enarratio”, datado de 1621, pág 239, a aldeia de São Miguel do Una, que deu origem ao município de Barreiros, foi criada entre 1589 e 1594.

De 1600 a 1699
• O historiador Pereira da Costa, baseado no padre Antônio Vieira, na sua “Anua da Província do Brasil”, menciona que a aldeia indígena de São Miguel do Una, à montante e a 6 km distante da atual vila de Várzea do Una, existia em 1625.
• Em 1636 inúmeros conflitos ocorreram entre os holandeses e regimentos de infantaria, entre o sul de Barreiros e a região até a foz do Rio Una, onde se localiza atualmente o distrito de Várzea e a vila de Abreu do Una. Na ocasião, o Cap. Martins Soares Moreno ocuparia o posto deixado pelo Ten. Cel. Manuel Dias de Andrade em uma casa fortificada na margem direita do Rio Una, hoje em terras de São José da Coroa Grande.
• Em 1696 o povoamento de Barreiros foi criado por Carta Régia de 28 de janeiro, que mandou dar aos índios lotes de terra e remuneração pelos serviços prestados à Província por ocasião da campanha da conquista dos Quilombos dos Palmares. Este local era chamado de Pau Amarelo, atualmente pertencente ao município de São José da Coroa Grande.

De 1700 a 1799
• Em 1719 o Cap. José Elias de Matos comandava a região que abrangia desde a barra do Rio Una, em Várzea do Una, até o Rio São Francisco.
• Em 1728 os índios trocaram seus lotes de terra recebidos em 1696 por outros, na margem sul do Rio Una.

De 1800 a 1899
• Em 1800, na povoação de Abreu do Una, e nas imediações de Várzea do Una, existiam casas de veraneio e comerciais de tecidos e calçados, além de padarias. Os sábados eram dias de feira e os domingos de missa.
• Em 1817, em represália à Revolução Pernambucana, o governo imperial cria a Capitania de Alagoas, separando a área da Capitania de Pernambuco, tendo como limite no litoral o Rio Persinunga.
• Em 1824 uma portaria definia Antônio Venâncio da Silveira como comandante da companhia de guerrilha na região ao sul do Rio Una.
• Em 1824 o morgado Francisco Pais Barreto escapou das formas constitucionais, se refugiando em Alagoas. Tal ocorrência fez com que as forças de Pernambuco se dirigissem ao Rio Persinunga, em São José da Coroa Grande, para requererem o acesso ao estado ( província ) de Alagoas objetivando efetuar a prisão, o que acabou não acontecendo.
• Em 1834 tropas comandadas pelo Cel. Joaquim José Luiz de Souza passaram o Rio Una em jangadas, para combaterem os Cabanos. Na ocasião, as pessoas que se encontravam desde o sul do Rio Una até Barra Grande foram retiradas das suas casas, tendo os homens sido enviados para a Fortaleza de Tamandaré.
• Em 1848, em terras de São José da Coroa Grande, em especial no Engenho Tentugal, ocorreu grande agitação popular, decorrente da Revolução Praieira, entre 10 de janeiro e 14 de julho.
• Em 1853 a freguesia de Barreiros foi elevada á categoria de vila, pela lei provincial 314, de 13 de maio.
• Em 1853 observa-se que barreiros era o nome dado às depressões e cavidades no solo feitas pelos porcos-montanheses, chamados pelos índios Caetés de “caititus”.
• Em 1855 foi criada a primeira escola primária, destinada somente para meninos e pouco depois mais três outras, em Várzea do Una, Abreu do Una e São José da Coroa Grande.
• Em 1855 foi inaugurado em Barreiros o serviço de correios e telégrafos, servindo a toda a região.
• Em 1863, segundo Manoel da Costa Honorato, no “Dicionário Topográfico, Estatístico e Histórico da Província de Pernambuco” ( 2a edição – 1976 ), “São José da Coroa Grande, se constituía em um povoado habitado por pescadores e trabalhadores em sítios de coqueiros, sendo uma ponta ao nordeste da foz do Rio Persinunga, com pouco mais de uma légua de extensão “
• Em 1872 foi criada a comarca de Barreiros, pela lei provincial 1.057, de 07 de janeiro de 1872, tendo como juiz de direito o Dr. João Francisco da Silva Braga, para onde eram levadas as causas da região.
• Em 1872 foi extinto o aldeamento e legitimadas as posses de engenhos, entre outros os de Serra d´Água, Campinas, Murim e Pau Ferro, que hoje pertencem ao município de São José da Coroa Grande.
• Em 1892, ao ser criado o município de Barreiros, de acordo com a lei estadual nr. 38, de 03 de junho, pelo governador Barbosa Lima, São José da Coroa Grande passou a ser a sede do segundo distrito – os outros dois eram Barreiros ( sede do município ) e Pracinha
• Em 1892 a sede do município de Barreiros adquiriu foro de cidade de acordo com a lei estadual 38, de 03 de julho.
• Em 1892 foi editada a primeira revista literária de Barreiros, no dia 04 de outubro, tendo o nome de “O Futuro”.

De 1900 a 1949
• Em 1901 a povoação de São José da Coroa Grande foi considerada 20 distrito de Barreiros em 30 de dezembro, através da lei municipal 05.
• Em 1908 foi inaugurada a estada de ferro ligando Barreiros ao Recife ( 55 km pela Companhia Geral de Melhoramentos de Pernambuco e depois 87 km pela Great Western, a partir de Ribeirão ). Tal fato fez com que Abreu do Una entrasse em processo de decadência, visto que o embarque do açúcar por balsa começou a decrescer bastante. Consta também que, em virtude da redução do tráfego de embarcações, foram desativados os povoados de Vau do Una e São Gonçalo do Una, localizados na margem do rio Una, entre Barreiros e Várzea do Una.
• Em 1908 registra a história uma epidemia de varíola, que dizimou grande parte da população de São José da Coroa Grande, principalmente os mais pobres. Para tratamento dos doentes, foi construída uma palhoça, denominada sanatório, para onde eram destinados os doentes e também os parentes que tinham contato direto. Tal condição causou revolta, até o ponto de ser incendiado o local. Para vencer a epidemia, o governo enviou o Dr. Manoel Gouveia de Barros, auxiliares e medicamentos. Ressalta-se que a epidemia se prolongou até 1915.
• Em 1911, na divisão administrativa, Barreiros passou a 3 distritos: Barreiros, Coroa Grande e Pracinha.
• Em 1916, registra-se o aparecimento do primeiro não católico, um protestante, consertador de guarda-chuvas que morava em Várzea do Una.
• Em 1922 foi fundada a Colônia de Pescadores Z9, tendo como primeiro presidente José Pitágoras.
• Em 1928 foi instalada a luz elétrica na sede do distrito, com a implantação de um grupo gerador, de propriedade de João Constantino Gomes Ferreira, então empregado da Usina, na tentativa de explorar o negócio. Até então a luz era de candeeiro.
• Em 1930 se acentuou o fenômeno de assoreamento da foz do Rio Una e do braço de mar que dava acesso a Abreu do Una, dificultando o tráfego de embarcações. Tal condição significou a transferência para São José da Coroa Grande de todo o fluxo que antes era feito em Abreu do Una.
• Em 1930 foi inaugurada a Usina Central Barreiros, de propriedade do Dr. Estácio de Albuquerque Coimbra, senhor do Engenho Tentugal, e fundado o Hospital Santa Francisca, de Barreiros, para assistência a toda região.
• Em 4 de outubro de 1930 as tropas revolucionárias dominaram o Recife e Estácio Coimbra, então governador, se dirigiu com auxiliares, em um rebocador, para a praia do Gravatá, em Abreu do Una, para instalar ali o governo provisório do estado e garantir a contra-ofensiva, condição que se mostrou impossível, tendo o mesmo com a comitiva seguido vigem no dia seguinte para Maceió.
• Em 1933, na divisão administrativa do Estado de Pernambuco, Barreiros passou a ter como distritos Barreiros (sede), São José da Coroa Grande e Muitas Cabras.
• Em 1938 São José da Coroa Grande passou a ser 30 distrito de Barreiros e foi denominado Puirassú ( coroa grande, na língua Tupi ) em 09 de dezembro, de acordo com a lei estadual 235. Os outros distritos de Barreiros eram Barreiros ( sede ) e Carimã ( ex Muitas Cabras ).
• Em 1940 registra-se uma população de 5.471 habitantes no distrito de Puirassú.
• Em 1945 São José da Coroa Grande passou a ser considerada como sede paroquial.
• Em 1949 São José da Coroa Grande, como Puirassu, foi 30 distrito de Barreiros ( 08/dez/1949 ).

De 1950 a 1959
• Em 1950, conforme o Censo ( IBGE ), Barreiros tinha 28.093 habitantes, sendo 14.735 homens e 13.358 mulheres. Em Puirassú ( São José da Coroa Grande ), eram 1841 habitantes, dos quais cerca de 250 pescadores. Neste mesmo ano assume a Assembléia de Deus o Pr. Wilson Gouveia.
• Em 1958 , de acordo com a lei estadual 3.257, de 10 de novembro, o distrito de Puirassú voltou a se chamar de São José da Coroa Grande.
• Em 30 de dezembro de 1958 foi criada a comarca, de acordo com a lei estadual 3.328, quando da divisão judiciária e administrativa do Estado de Pernambuco para o qüinqüênio 1959 – 1963. Mas em virtude de suspensão da criação do município, somente foi instalada em 15 de maio de 1962.
• Em 31 de dezembro de 1958 , de acordo com a lei estadual 3.340, São José da Coroa Grande passou a ser município autônomo, sendo desmembrado de Barreiros. Conforme artigo 40 da referida lei “O município de São José da Coroa Grande terá como sede a vila de igual nome e por limites os que separam o atual distrito e os demais e de outros municípios que lhes são limítrofes”.

De 1960 a 1969
• Em 1960 registra-se uma população de 6.302 habitantes.
• Em 1961 tem início das atividades do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
• Em !962 ocorre a instalação de município autônomo de São José da Coroa Grande, em 11 de abril, data em que se comemora a emancipação política, tendo como prefeito interino o Sr. José Maria de Albuquerque Bello. Em 15 de novembro toma posse o primeiro prefeito eleito, Bráulio de Rocha Cavalcanti.
• Em 1964 é fundada a paróquia de São José da Coroa Grande, tendo como primeiro vigário Pe. José Wennekes, nomeado pelo Bispo de Palmares, Dom Acácio Rodrigues Alves.
• Em 1966 é estabelecida a Primeira Lei Orgânica do Município; toma posse o prefeito Severino Ramos Alves, em 13 setembro e depois em 01 de dezembro o prefeito João Francisco de Melo; registra-se o falecimento por atropelamento da professora Tereza Cristina Melo dos Reis.
• Em 1967 registra-se a chegada da energia elétrica da Celpe na cidade.
• Em 1968 o sindicato dos Trabalhadores Rurais é reconhecido como independente, em 01 de abril, tendo como presidente José Pereira.
• Em 1969 ocorre a extinção da comarca em 13 de agosto de 1969, conforme decreto lei 61, passando a termo da comarca de Barreiros.
• Em 1969 toma posse o então vice-prefeito Antônio Bernardino de Carvalho Sobrinho, em 04 de outubro, com a morte do então prefeito João Francisco de Melo, vitimado em um acidente automobilístico em 03 de outubro.

De 1970 a 1979
• Em 1971 São José da Coroa Grande tinha 8.316 habitantes.
• Em 1972 registra-se a pavimentação da estrada Cabo – Barreiros e a morte do vereador em exercício José Maria Belo.
• Em 1973 toma posse o prefeito Manoel Florentino de Albuquerque, em 30 de janeiro.
• Em 1974 é pavimentada a estrada ligando desde o Recife até Maceió, pelo litoral ( PE 060 e AL 101 ) e nas eleições de 15 de novembro votaram 1.621 eleitores, de um total de 2.500 inscritos.
• Em 1975 existiam 41 estabelecimentos comerciais varejistas, dos quais 39 do ramo alimentício, além de 7 indústrias que empregavam 105 pessoas. Na atividade agropecuária eram empregadas 565 pessoas, sendo 435 homens e 130 mulheres. Eram 152 estabelecimentos agrícolas com área total de 10.194 hectares, sendo que 103 tinham menos de 10 hectares, 34 entre 10 e 100 hectares, 11 entre 100 e 1.000 hectares e apenas 4 com mais de 1.000 hectares. A cana-de-açúcar gerava 86,6 % da renda do setor agrícola e o coco representava 10,4%. Eram 4.265ha com lavouras, 537ha com pastagens, 2.592ha com matas e florestas e 1.922ha considerados como terras improdutivas.
• Em 1976 votaram 1.579 eleitores, de um total de 2.025 inscritos, tendo o prefeito eleito pela ARENA 1.512 votos, sendo 28 brancos e 39 nulos. Na câmara de vereadores, foram 1.223 votos para a ARENA, 151 para o MDB, 132 brancos e 73 nulos. Foi nomeada Tereza de Jesus Tenório Pedroza, como primeira delegada de São José da Coroa Grande, em 24 de dezembro, conforme portaria 1.131/76. Toma posse como prefeito Severino Ramos Alves.
• Em 1977 existia 1 posto de gasolina, 2 farmácias, 49 bares, 3 salões de beleza.
• Em 1978, na eleição de 15 de novembro, votaram 1.609 eleitores de um total de 2.137 inscritos, assim distribuídos: Para o Senado Federal: 498 votos para a ARENA, 915 para o MDB, 82 brancos e 114 nulos; para a Câmara de Deputados: 567 para a ARENA, 478 para o MDB, 470 brancos, 94 nulos; para a Assembléia Legislativa: 578 votos para a ARENA, 590 para o MDB, 338 brancos e 103 nulos.
• Em 1979 o valor da produção extrativa vegetal foi de CR$ 3.146,00, basicamente com a exploração de lenha, madeira e castanha de caju. A assistência médica era realizada no posto de saúde Osmário Omena de Oliveira, Unidade Elementar Virgínio Albuquerque, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Unidade Elementar de Várzea do Una.

Em 1980:
• Eram 9.660 habitantes, sendo 4.711 na zona urbana e 4.949 na zona rural, dos quais 4.882 homens e 4.778 mulheres. Apresentava densidade demográfica de 138,0 hab/km2, significando 0,126% do estado. Tal condição conferia ao município o status de 1380 mais populoso do estado de Pernambuco.
• O município tinha 10 estabelecimentos industriais que empregavam 128 pessoas, sendo os mais importantes E.P.Freitas e Zizito da Silva no ramo de padaria, e Gessi Teófilo da Silva com movelaria. Em comércio e serviços existiam 133 estabelecimentos, sendo 107 varejistas e 26 atacadistas, sendo que 93 pertenciam ao ramo alimentício, ocupando 302 pessoas.
• Existiam no município 2.580 habitações, das quais 1.402 na área urbana e 1.178 na área rural.
• A COMPESA abastecia 701 pontos e os Correios movimentaram 10.586 objetos.
• Estavam registrados 42 barcos de pesca e foram licenciados 83 veículos, dos quais 53 particulares, 9 de aluguel e 20 de cargas.
• Foram consumidos 2.262 Mwh em 892 consumidores, das quais 746 residenciais, 101 comerciais, 10 industriais, 6 rurais, 25 de poderes públicos e 3 de iluminação pública.
• Foram colhidos 13.000 cachos de bananas em 6 hectares cultivados, 1.254.000 cocos em 380 hectares, 432.000 mangas em 9 hectares, além de 138 toneladas de batata-doce em 15 hectares, 80.752.000 toneladas de cana-de-açúcar em 1.726 hectares e 1.232 toneladas de mandioca em 140 hectares.
• Da área ocupada, 4.269 hectares eram de matas e florestas, 4.265 para lavouras, 537 hectares para pastagens e 1.922 para terras não produtivas.
• Eram 1.270 bovinos, 40 caprinos, 315 muares, 85 eqüinos. Registros indicam que foram 54.000 litros de leite para 75 vacas ordenhadas.

Em 1981
• Na parte de serviços havia 55 estabelecimentos: 1 posto de combustível, 2 farmácias, 49 bares, 3 salões de barbeiro, ao todo ocupando 135 pessoas.
• Na área de saúde, prestavam serviço 2 médicos, 1 dentista e 5 auxiliares de enfermagem.

Em 1982
• A agricultura era basicamente formada por cana, mandioca, coco, manga, banana e batata-doce, sendo que a cultura do coco representava 3,26% da produção do estado e 77% da renda em agricultura do município.
• Na pecuária, os bovinos representavam 76% da renda em pecuária do município. Outras culturas eram de ovinos, caprinos, suínos, eqüinos, asininos e muares.
• Conforme registros do DER, de 4 a 7 de setembro o fluxo de veículos nos dois sentidos na estrada de São José da Coroa Grande foi de 8.807 veículos.

Em 1983:
• Foram licenciados 81 veículos, sendo 55 particulares e 26 de carga e tinham 58 telefones. Neste ano toma posse o prefeito Ciro Telles de Carvalho, em 31 de janeiro.

Em 1984
• Eram 14 unidades escolares, sendo uma estadual, 7 municipais e 6 particulares.
• Em 10 de fevereiro, às 19:30 h ocorreu a tentativa de homicídio contra o então presidente da Câmara de Vereadores Carlos Alberto Cavalcanti Albuquerque Maranhão, tendo o mesmo ficado paraplégico . Somente em 12 de agosto de 2003 foi publicada a sentença com pena de 10 anos de reclusão para Ciro Telles de Carvalho, como participante do referido evento.

Em 1985:
• Eram 1297 consumidores da Celpe, para 3110 MWH consumidos no ano, e 938 consumidores da Compesa, sendo 898 residenciais, 20 comerciais, 3 industriais e 17 públicos.

Em 1988
• Eram 6.665 eleitores, sendo 3.450 homens, 3.147 mulheres e 68 não informado ( TRE )

Em 1989
• Dado início ao alicerce da Capela do Espírito Santo, na Rua Lídio Florentino, próximo da localidade denominada Buraco do Tatu.
• Toma posse a prefeita eleita Valéria Cardoso Lins, em 01 de janeiro.
• Eram 6.644 eleitores, sendo 3.433 homens, 3.148 mulheres e 63 não informado ( TRE ).

Em 1990
• Realizada a instalação no município da Pastoral da Criança.
• Eram 6.577 eleitores, sendo 3.414 homens, 3.102 mulheres e 61 não informado ( TRE ).

Em 1991:
• Eram 11.533 habitantes, sendo 6.022 moradores da zona urbana e 5.511 da zona rural.

Em 1992
• Inaugurado, no mês de julho, o destacamento da Polícia Militar em São José da Coroa Grande.
• Eram 9.259 eleitores, sendo 4.982 mulheres, 4.226 mulheres e 51 não informado ( TRE ).

Em 1993
• Em 01 de janeiro toma posse o prefeito eleito Lívio de Oliveira Tenório e em 11 de abril registra-se a reinstalação da Comarca no município.

Em 1994
• Registrado o assassinato do prefeito Lívio Tenório, em 10 de abril, por Marivaldo Guedes, tendo como mandante o então vice-prefeito Fernando José, desencadeando uma crise que culminou com a nomeação do interventor Antônio Nunes Cabral, em 23 de abril. Depois, em 20 de setembro assumiu o presidente da Câmara de Vereadores Domingos Sávio Lima de Moura e em seguida, em 30 de setembro o interventor Abelardo Ribeiro de Godoy, até 28 de setembro, quando da posse do então presidente da Câmara de Vereadores Gilvan da Fonseca Lins.
• A população era de 11.498 habitantes, sendo 5.977 na área urbana e 5.521 na área rural. Em Várzea do Una eram 1.414 habitantes e em Abreu do Una 828 habitantes.
• Registra-se ainda 9.002 eleitores inscritos em 29 seções, sendo 4.855 homens, 4.096 mulheres e 51 não informado ( TRE ).
• O consumo de energia elétrica era de 3.983 MWh para 1.980 consumidores. Havia ainda 34.226 m de tubulações para 1.390 ligações de água. A rede de telefonia era servida por 116 telefones.
• Para um total de 14 escolas estavam matriculados 303 alunos na pré-escola, 14 na alfabetização, 2.748 no primeiro grau e 160 no segundo grau.

Em 1995:
• Foram realizados 26 casamentos, 3 divórcios, 63 óbitos naturais (38 homens e 25 mulheres) e 8 considerados como violentos ( 5 homens e 3 mulheres ). Os nascidos vivos foram 385.
• Toma posse o então vice-prefeito Gilvan da Fonseca Lins, com a morte do então prefeito Lívio Tenório.

Em 1996:
• Eram 13.116 habitantes, sendo 6492 homens e 6624 mulheres, sendo 7887 na zona urbana e 5229 na zona rural. Como curiosidade, existiam 17 empregados domésticos residentes na casa dos patrões e apenas 11 pessoas moravam sós.
• Em 2656 residências cadastradas, haviam 2033 homens e 623 mulheres como chefes de família.
• A faixa de idade dos habitantes: 3736 entre 0 e 9 anos; 3463 entre 10 e 19 anos; 2765 entre 20 e 39 anos; 1747 entre 40 e 59 anos e 889 maiores que 60 anos.
• Eram 10.596 eleitores, sendo 5.647 homens, 4.900 mulheres e 49 não informado.
• Registrado o desmembramento da Igreja Assembléia de Deus, do município de Barreiros, tendo como Pr. Ivanildo Araújo da Silva.

Em 1998
• Existiam 10.634 eleitores em 31 secções. Tinham 1372 prédios cadastrados, sendo que apenas 412 pagaram IPTU, representando um valor arrecadado de R$ 121.938,00. Foram registrados 637 nascimentos, 64 casamentos, 58 óbitos e uma separação.
• Eram 10.634 eleitores, sendo 5.668 homens, 4.919 mulheres e 47 não informado ( TRE ).

Em 1999
• Inaugurada a Casa de Apoio à Criança Carente Januária Maria da Conceição, em 18 de dezembro; desativada a Comarca de São José da Coroa Grande.
• Conforme dados SEPLANDES/FIDEM, a população era de 13.116 habitantes, sendo 7.887 na zona urbana e 5.229 na zona rural; estavam registrados 2.659 domicílios, sendo 1656 na área urbana e 1.003 na área rural. A taxa de mortalidade era 114,5 / 1000 nascidos vivos; a esperança de vida era 57,4 anos e o IDH de 0,384, um dos mais baixos da zona da mata. 50% da população tinha renda insuficiente; o abastecimento de água era considerado inadequado para 46,7%, os esgotos sanitários para 99,6% e o recolhimento do lixo para 80%. O município não tinha plano diretor nem leis de parcelamento e uso do solo nem código de obras e edificações.

Em 2000
• Eram 13.971 habitantes, sendo 9.516 moradores da zona urbana e 4455 da zona rural, dos quais 6.934 homens e 7.037 mulheres, distribuídos em 3.061 domicílios; os eleitores somaram 11.227, sendo 5.824 homens, 5.366 mulheres e 37 não informado ( TRE ).
• A receita total do município era de R$ 5.697.779,00, sendo R$ 215.176,00 de IPTU e R$ 70.348,00 de taxa de limpeza urbana.
• Inaugurado o Museu do Una, na vila de Várzea do Una, em 22 de abril.

Em 2001
• Inaugurada a Biblioteca do Museu do Una, o Espaço Cultural de São José da Coroa Grande e fundada a Associação Coroense de Artes e Letras
• Toma posse em 01 de janeiro, como prefeito reeleito, Quirino Fábio de Carvalho

Em 2002
• Lançamento do site www museudouna.com.br, contendo informações detalhadas sobre São José da Coroa Grande e o Museu do Una.
• Instalado o Conselho Tutelar de São José da Coroa Grande, em 05 de dezembro.
• Eram 11.247 eleitores, sendo 5.798 homens, 5.412 mulheres e 37 não informado ( TRE ). A faixa de idade 25 a 34 anos é predominante nos eleitores de ambos os sexos.

Em 2003
• Inaugurado o Una Shopping e uma praça comunitária em Várzea do Una, em 06 de setembro.
• Instalada a Casa de Passagem de São José da Coroa Grande
• Concluída a Praça Amaro Lemos, em Várzea do Una

Em 2004
• Construído o dique em Várzea do Una, do Bar a Indomada ao estaleiro do Mestre Zuza.
• Registrados os falecimentos de José Rodrigues de Barros, do Pastor Ivanildo Araújo Silva e Josefa Rocha Silva, moradora mais antiga do município.
• Realizadas as eleições municipais, com 9.215 eleitores inscritos, registrando 8.669 votantes ( 94,07% ) e 546 abstenções ( 5,93% ), 4.851 votos para José Barbosa de Andrade, 3.028 votos para Eliete Maria da Silva, 81 votos para Ponzo, 588 votos nulos e 121 votos em branco.